Relações bilaterais

Nixon e o Brasil

Comércio, café, pesca, energia, investimento e estratégia hemisférica nos documentos dos anos Nixon.

Washington e Brasília

O Brasil como potência regional.

A documentação da Casa Branca tratava o Brasil como ator central da América do Sul, relevante por escala territorial, crescimento econômico e influência regional. Em dezembro de 1971, Nixon quis consultar Médici antes das viagens a Pequim e Moscou. Essa importância estratégica não implicava identidade automática de interesses.

1971 — 1972

Uma pauta concreta.

As conversações incluíam café, pesca de camarão, têxteis, investimento e cooperação em energia atômica. Divergências comerciais eram negociadas dentro de uma relação política mais ampla.

Autonomia

Cooperação sem alinhamento completo.

Brasil e Estados Unidos divergiam sobre comércio, mar territorial, China e arquitetura hemisférica. Brasília buscava preservar margem de manobra; Washington procurava influência e previsibilidade regional.

Documentação primária

Leitura direta.

Memorando da reunião Nixon–Médici, dezembro de 1971 ↗

Memorando preparado para a reunião Nixon–Delfim Neto, 28 de julho de 1972 ↗